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Arthur Peter Garcia, Jonatan Bardini dos Anjos e Marcos Vinicio Dadam 3º ano "B" SENAI

quarta-feira, 1 de maio de 2013

A piscada de Senna: 19 anos sem o ídolo



No dia 1 de maio de 1994, o Brasil perdia um dos maiores ídolos esportivos de todos os tempos. Ayrton Senna morreu em um trágico acidente no GP de San Marino, no autódromo de Imola, na Itália. 

Em um período no qual o Brasil passava por graves problemas políticos e econômicos, Senna foi responsável por reviver o orgulho de ser brasileiro, onde a cada vitoria fazia de questão de exibir a bandeira do país e afirmar: “Não fui somente eu que venci. O Brasil venceu comigo!”

Passados 19 anos das mortes de Roland Ratzenberger e Ayrton Senna, a Fórmula 1 vive o maior período de sua história sem fatalidades. O acidente que vitimou Senna foi o estopim que chamou a atenção do mundo todo para a falta de segurança da categoria.

Daquele 1º de maio de 1994 até hoje muita coisa mudou e inúmeros acidentes fortíssimos resultaram apenas em feridos, como aconteceu com Michael Schumacher em no GP da Inglaterra de 1999, Ralf Schumacher nos EUA em 2005, Robert Kubica no Canadá em 2006 e Felipe Massa em 2009. Acidentes sérios que provavelmente teriam resultado em mortes se acontecessem em outros tempos.

Ayrton Senna deu sinais claros de que iria levantar a bandeira da segurança. Lembrando de sua personalidade forte e seu peso na F-1, já que era o único campeão em atividade depois das saídas recentes de Nelson Piquet, Nigel Mansell e Alain Prost, é fácil imaginar que ele conseguiria mudar o esporte. Infelizmente, foi necessária sua morte para que mudanças fossem feitas.

Sobre o risco inerente a F-1, Senna afirmava “Não sei dirigir de outra maneira que não seja arriscada. Quando tiver de ultrapassar vou ultrapassar mesmo. Cada piloto tem o seu limite. O meu é um pouco acima do dos outros.”

Na fotografia, feita em 26 de março de 1989, durante o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, no Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, Senna pisca o olho para o chefe de equipe da McLaren, Ron Dennis, sinalizando que estava pronto para correr.

Texto de Diego Vieira
Administração Imagens Históricas


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